Foto: DR

Em entrevista, na edição de hoje do jornal O Setubalense, o presidente da federação de Setúbal do PS, quando questionado sobre divisões, explicou que "a dita fratura interna" em Santiago do Cacém é anterior à sua presidência e que tudo fez para que “ela nunca se acentuasse”.

Segundo André Pinotes, o processo de apoio ao movimento “Somos Todos Cidadãos” já “vigorava há muito tempo e não se prende com dimensões internas”.

Nesta entrevista, o líder socialista, esclareceu que não vai participar na campanha autárquica em Santiago do Cacém, nem homologar o processo, tendo em conta a sua posição institucional.

A posição institucional “não permite fazer campanha por outros movimentos ou por independentes que não estejam vinculados à declaração de princípios do PS”, afirmou.

No seu entender, “um partido como o PS tem a obrigação de fazer o melhor pela sua comunidade, da maneira que entenda".

"A estrutura do PS Santiago do Cacém perguntou e explicou à federação, à secretaria-geral do partido, o seu diagnóstico, da forma como entendiam ter uma oportunidade para que Santiago do Cacém finalmente possa respirar desenvolvimento, progresso e afastar-se das mãos da CDU, que apenas atrasa o concelho”, afirmou ao Setubalense.


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SANTIAGO DO CACÉM
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